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	<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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	<description>Conhe&#231;a o Projeto que promove a ado&#231;&#227;o de Tecnologias de Agricultura de Baixa Emiss&#227;o de Carbono para o Manejo Sustent&#225;vel da Caatinga.</description>
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		<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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		<title>Agricultura e florestas ser&#227;o chave para descarbonizar Am&#233;rica Latina</title>
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		<dc:date>2022-11-30T15:06:00Z</dc:date>
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		<dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
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		<dc:subject>Agricultura</dc:subject>
		<dc:subject>Am&#233;rica Latina e Caribe</dc:subject>
		<dc:subject>Descarboniza&#231;&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>Economia de Baixo Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>Floresta e Uso da Terra</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Di&#225;logos da Transi&#231;&#227;o, da ag&#234;ncia epbr, destaca papel do setor para redu&#231;&#227;o das emiss&#245;es de carbono&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L150xH101/site_epbr-ec945.png?1762983161' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='101' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#034;https://epbr.com.br/agricultura-e-florestas-serao-chave-para-descarbonizar-america-latina/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;&lt;i&gt;Mat&#233;ria publicada originalmente pela ag&#234;ncia epbr em 24/11 e editada por Nayara Machado&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisadores do Centro de Pol&#237;tica Energ&#233;tica Global da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma taxonomia de riscos enfrentados por diferentes economias da Am&#233;rica Latina e Caribe (ALC), com uma s&#233;rie de iniciativas de mercado que podem ajudar a financiar a descarboniza&#231;&#227;o da regi&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das conclus&#245;es do trabalho &#233; que os pa&#237;ses da ALC enfrentam altos custos de transi&#231;&#227;o em rela&#231;&#227;o ao tamanho de suas economias, e o setor de agricultura, florestas e uso do solo ser&#225; o principal impulsionador da redu&#231;&#227;o das emiss&#245;es de gases de efeito estufa (GEE).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse resultado &#233; v&#225;lido em dois cen&#225;rios diferentes: um que pressup&#245;e uma transi&#231;&#227;o para a neutralidade de carbono at&#233; 2050 e outro que atende &#224;s metas estabelecidas pelas Contribui&#231;&#245;es Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em ingl&#234;s).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale dizer: nos &#250;ltimos dois anos, muitos pa&#237;ses da ALC, incluindo as seis maiores economias &#8211; Argentina, Brasil, Chile, Col&#244;mbia, M&#233;xico e Peru &#8211; atualizaram ou enviaram novas NDC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com exce&#231;&#227;o de Brasil e M&#233;xico, que pioraram suas ambi&#231;&#245;es, essas atualiza&#231;&#245;es aumentaram os objetivos de mitiga&#231;&#227;o clim&#225;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os pesquisadores, a transi&#231;&#227;o para uma economia de baixas emiss&#245;es &#233; extremamente desafiadora para os pa&#237;ses da ALC sob as pol&#237;ticas atuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Brasil, por exemplo, passou por quatro anos de desmontes nos &#243;rg&#227;os de fiscaliza&#231;&#227;o ambiental e leni&#234;ncia com crimes contra a floresta e povos nativos, como tr&#225;fico de madeira e garimpo ilegal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado sentimos na pele: quatro anos seguidos de desmatamento recorde e aumento das emiss&#245;es brasileiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;O setor AFOLU (setor de agricultura, florestas e uso do solo) exige maior aten&#231;&#227;o dos formuladores de pol&#237;ticas da regi&#227;o n&#227;o apenas por sua grande contribui&#231;&#227;o para as emiss&#245;es, mas tamb&#233;m por seu potencial de redu&#231;&#227;o de carbono de baixo custo por meio de reflorestamento e manejo florestal&#8221;, explica o relat&#243;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A regi&#227;o &#233; vista pelo mundo como promissora no com&#233;rcio de cr&#233;ditos de carbono para pa&#237;ses e setores de dif&#237;cil descarboniza&#231;&#227;o, como ind&#250;stria pesada e transporte, alcan&#231;arem tamb&#233;m suas metas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;S&#243; o Brasil teria capacidade de atender de 22,3% a 48,7% da demanda global por cr&#233;ditos do mercado volunt&#225;rio, que deve chegar entre 1,5 e 2 gigatoneladas de CO2 equivalente no final da d&#233;cada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com uma proje&#231;&#227;o da WayCarbon, o pa&#237;s poderia obter, no m&#237;nimo, entre R$ 1,39 bilh&#227;o e R$ 4,63 bilh&#245;es em 2030, considerando os pre&#231;os m&#233;dios dos cr&#233;ditos por tipos de projetos at&#233; agosto de 2021.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto o potencial de gera&#231;&#227;o de receitas com cr&#233;ditos de carbono at&#233; 2030 chega a US$ 120 bilh&#245;es, considerando um cen&#225;rio otimista de US$ 100 d&#243;lares por tonelada de CO2.&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&#034;spip&#034;&gt;Desafio pol&#237;tico&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O custo da transi&#231;&#227;o &#233; alto, o potencial de gera&#231;&#227;o de receitas tamb&#233;m. O que falta &#233; uma estrat&#233;gia para conectar as duas pontas para colocar o dinheiro para trabalhar em dire&#231;&#227;o &#224;s metas clim&#225;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encerrada no &#250;ltimo fim de semana, a c&#250;pula clim&#225;tica das Na&#231;&#245;es Unidas (COP27) foi um desapontamento em rela&#231;&#227;o a destravar o financiamento de US$ 100 bilh&#245;es anuais para pa&#237;ses pobres e emergentes custearem sua transi&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, internamente, essas economias tamb&#233;m est&#227;o falhando em desenvolver planos financeiros para apoiar a implementa&#231;&#227;o das suas estrat&#233;gias de longo prazo para reduzir as emiss&#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;A&#231;&#245;es de redu&#231;&#227;o de carbono em larga escala, como reflorestamento e conserva&#231;&#227;o florestal, requerem interven&#231;&#227;o do governo, bem como financiamento de bancos de desenvolvimento e um mercado profundo e l&#237;quido para compensa&#231;&#245;es de carbono&#8221;, explicam os pesquisadores da Columbia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Para atingir suas metas clim&#225;ticas, os pa&#237;ses da ALC devem considerar uma nova estrutura de pol&#237;tica fiscal. V&#225;rias solu&#231;&#245;es podem incluir a precifica&#231;&#227;o do carbono e regras fiscais verdes&#8221;, completa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Imagem: Dia de Campo promovido pela Cooperativa Ser do Sert&#227;o, apoiada pelo PRS Caatinga, em novembro/22.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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