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	<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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	<description>Conhe&#231;a o Projeto que promove a ado&#231;&#227;o de Tecnologias de Agricultura de Baixa Emiss&#227;o de Carbono para o Manejo Sustent&#225;vel da Caatinga.</description>
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		<title>Rural Sustent&#225;vel - Caatinga</title>
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		<title>Caatinga, o trunfo brasileiro no combate &#224;s mudan&#231;as clim&#225;ticas</title>
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		<dc:date>2023-04-12T21:57:00Z</dc:date>
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		<dc:creator>Brasil de Fato</dc:creator>


		<dc:subject>Desertifica&#231;&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>Caatinga</dc:subject>
		<dc:subject>Armazenamento de Carbono</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil de Fato</dc:subject>
		<dc:subject>Sequestro de Carbono</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;60 fam&#237;lias est&#227;o abandonando condutas nocivas ao meio ambiente e incorporando as tecnologias de baixo carbono&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.prscaatinga.org.br/-noticias-" rel="directory"&gt;Not&#237;cias&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.prscaatinga.org.br/+-desertificacao-+" rel="tag"&gt;Desertifica&#231;&#227;o&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.prscaatinga.org.br/+-caatinga-18-+" rel="tag"&gt;Caatinga&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.prscaatinga.org.br/+-armazenamento-de-carbono-+" rel="tag"&gt;Armazenamento de Carbono&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.prscaatinga.org.br/+-brasil-de-fato-286-+" rel="tag"&gt;Brasil de Fato&lt;/a&gt;, 
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 <content:encoded>&lt;img src='https://www.prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L150xH101/site_esplendor-f454e.png?1763430041' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='101' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A regi&#227;o Semi&#225;rida Brasileira (SAB) corresponde a uma &#225;rea de 1.127.953 km2 divididos entre 1.427 munic&#237;pios. O clima de toda regi&#227;o &#233; caracterizado por pouca chuva (baixa precipita&#231;&#227;o pluviom&#233;trica), calor (alta temperatura m&#233;dia do ar) e muito sol (elevada radia&#231;&#227;o solar incidente), o que resulta em limita&#231;&#227;o de &#225;gua para o consumo vegetal, animal e humano. Os quase 28 milh&#245;es de habitantes que acolhe a regi&#227;o semi&#225;rida, vivem em sua maioria nas &#225;reas urbanas (62%).&lt;/p&gt;
&lt;div class='spip_document_341 spip_document spip_documents spip_document_image spip_documents_center spip_document_center spip_document_avec_legende' data-legende-len=&#034;104&#034; data-legende-lenx=&#034;xx&#034;
&gt;
&lt;figure class=&#034;spip_doc_inner&#034;&gt; &lt;a href='https://www.prscaatinga.org.br/IMG/jpg/esplendor-1.jpg' class=&#034;spip_doc_lien mediabox&#034; type=&#034;image/jpeg&#034;&gt; &lt;img src='https://www.prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L500xH333/esplendor-1-2e4d2.jpg?1763430041' width='500' height='333' alt='' /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;figcaption class='spip_doc_legende'&gt; &lt;div class='spip_doc_descriptif '&gt;Combater a desertifica&#231;&#227;o &#233; muito mais eficiente do que recuperar &#225;reas desertificadas
&lt;/div&gt; &lt;div class='spip_doc_credits '&gt;Flickr A.Duarte
&lt;/div&gt;
&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;No entanto, uma parcela significativa destas &#225;reas urbanas vivencia uma din&#226;mica rural, j&#225; que 90% dos munic&#237;pios da regi&#227;o s&#227;o classificados como pequenos, por possu&#237;rem menos de 50 mil habitantes. Al&#233;m disso, 56% das propriedades rurais apresentam &#225;reas inferiores a cinco hectares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A caatinga &#233; a vegeta&#231;&#227;o nativa dominante do Semi&#225;rido. O bioma ocupa uma vasta &#225;rea de aproximadamente 850 mil km&#178; de floresta arb&#243;rea-arbustiva, com cactos, brom&#233;lias e estratos herb&#225;ceos abundantes durante o per&#237;odo chuvoso. Os solos variam desde os mais jovens (neossolos), at&#233; aqueles mais velhos (latossolos) e sua paisagem &#233; muito diversa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abrange desde o litoral norte da regi&#227;o Nordeste at&#233; o norte de Minas Gerais. Entre seus limites, se destacam: a Depress&#227;o Sertaneja; as superf&#237;cies C&#225;rsticas; o Planalto da Borborema; as dunas continentais; as bacias sedimentares; as grandes &#225;reas de aluvi&#245;es; as serras e serrotes; os maci&#231;os residuais; as superf&#237;cies retrabalhadas; e as chapadas.&lt;/p&gt;
&lt;div class='spip_document_342 spip_document spip_documents spip_document_image spip_documents_center spip_document_center spip_document_avec_legende' data-legende-len=&#034;93&#034; data-legende-lenx=&#034;xx&#034;
&gt;
&lt;figure class=&#034;spip_doc_inner&#034;&gt; &lt;img src='https://www.prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L375xH537/esplendor2-31ee0.jpg?1763430041' width='375' height='537' alt='' /&gt;
&lt;figcaption class='spip_doc_legende'&gt; &lt;div class='spip_doc_descriptif '&gt;O Semi&#225;rido compreende todos os estados nordestinos, Minas Gerais e o Esp&#237;rito Santo
&lt;/div&gt; &lt;div class='spip_doc_credits '&gt;Sudene
&lt;/div&gt;
&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A desertifica&#231;&#227;o &#233; um problema grave no Semi&#225;rido. Evid&#234;ncias cient&#237;ficas indicam que cerca de um milh&#227;o de hectares encontram-se gravemente degradados. A redu&#231;&#227;o das &#225;reas de vegeta&#231;&#227;o nativa &#233; sempre o principal vetor de desertifica&#231;&#227;o, provocada pelo manejo inadequado dos recursos naturais, resultando em perdas significativas de mat&#233;ria org&#226;nica do ecossistema. Apesar da principal a&#231;&#227;o ser a remo&#231;&#227;o da madeira das &#225;reas de floresta nativa, os maiores danos s&#227;o observados no solo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos ecossistemas naturais, a maior parte do armazenamento de mat&#233;ria org&#226;nica est&#225; no solo, tendo o di&#243;xido de carbono (CO2) como principal elemento de sua composi&#231;&#227;o. O CO2 tem profundas implica&#231;&#245;es no clima. A crescente taxa de emiss&#227;o de CO2 vem sendo apontada como umas das principais causas do aquecimento global e, consequentemente, das mudan&#231;as clim&#225;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, os ecossistemas desempenham um papel relevante na absor&#231;&#227;o de grandes quantidades de CO2 atmosf&#233;rico. Ou seja, s&#227;o aliados importantes na mitiga&#231;&#227;o dos efeitos dessas mudan&#231;as causadas pelas elevadas quantidades desses gases emitidos, resultantes das atividades humanas, especialmente ind&#250;stria e transporte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os ecossistemas absorvem ou sequestram CO2 da atmosfera pelo processo fotossint&#233;tico &#8211; transforma&#231;&#227;o da energia solar em energia qu&#237;mica &#8211; e, ao mesmo tempo emitem CO2 para a atmosfera pelo processo de respira&#231;&#227;o das plantas e do solo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os solos representam o maior reservat&#243;rio de CO2 do planeta, contendo cerca de tr&#234;s vezes mais carbono que a vegeta&#231;&#227;o e, duas vezes mais do que a atmosfera. O armazenamento de carbono nos solos resulta do balan&#231;o entre a incorpora&#231;&#227;o de material vegetal e as perdas resultantes dos processos de decomposi&#231;&#227;o desses res&#237;duos vegetais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, a perda de recursos florestais s&#227;o apenas o in&#237;cio do processo de desertifica&#231;&#227;o que aumenta quando os solos est&#227;o plenamente descobertos. As &#225;reas desertificadas t&#234;m perdido cerca de 75% do carbono armazenado. Por isso, a import&#226;ncia do uso sustent&#225;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, o potencial de sequestrar carbono atrav&#233;s da reabilita&#231;&#227;o destas &#225;reas &#233; substancial, bem como o sequestro e armazenamento de carbono mediante a preserva&#231;&#227;o e uso sustent&#225;vel de 45% de cobertura florestal que ainda existe na regi&#227;o SAB, com seus variados n&#237;veis de conserva&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ecossistema &#233; considerado um sumidouro de CO2 se este absorve ou sequestra mais CO2 do que emite via respira&#231;&#227;o pelas plantas e o solo. No Semi&#225;rido brasileiro devido ao d&#233;ficit h&#237;drico, os solos tendem a perder menos carbono do que nas regi&#245;es mais &#250;midas. Em consequ&#234;ncia, o tempo de perman&#234;ncia m&#233;dia do carbono no solo &#233; maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, os solos do Semi&#225;rido, por si, j&#225; s&#227;o importantes aliados na mitiga&#231;&#227;o das emiss&#245;es do CO2 para a atmosfera. O real papel do bioma Caatinga no sequestro de Carbono, sempre foi questionado. Contribuem para essas desconfian&#231;as a falta de estudos dessa tem&#225;tica, t&#227;o comum em outros biomas, e o desprezo pelo qual a Caatinga sempre foi tratada, renegada a condi&#231;&#227;o de floresta insignificante, desprez&#237;vel, de baixa produtividade primaria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por&#233;m, os estudos recentes que v&#234;m sendo realizados pelo Observat&#243;rio Nacional da Caatinga est&#227;o elucidando o extraordin&#225;rio papel do bioma Caatinga para o Balan&#231;o de CO2 regional e global. O Observat&#243;rio Nacional da Caatinga faz parte de um seleto grupo de 100 projetos dos Institutos Nacionais de Ci&#234;ncia de Tecnologia do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&#237;fico e Tecnol&#243;gico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&#237;fico e Tecnol&#243;gico &#8211; CNPq/MCTI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se trata de uma rede multidisciplinar de pesquisadores nacionais e internacionais que atuam no desenvolvimento de pesquisas experimentais e de modelagem da din&#226;mica de &#225;gua e carbono no Semi&#225;rido brasileiro. Desde 2012, esta rede, vem monitorando as trocas de CO2 entre a caatinga e atmosfera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resultados mostram que, ao contr&#225;rio do que se supunha, a caatinga atua como excelente sequestradora de CO2, mesmo em per&#237;odos de seca extrema. Em &#225;reas de caatinga hipoxer&#243;filas (mais &#250;midas), ela sequestra at&#233; cinco toneladas de CO2 por hectare-ano. Em &#225;reas de caatinga hiperxer&#243;filas (mais secas) o sequestro varia entre 1,5 a 2,5 toneladas de CO2 por hectare-ano.&lt;/p&gt;
&lt;div class='spip_document_343 spip_document spip_documents spip_document_image spip_documents_center spip_document_center spip_document_avec_legende' data-legende-len=&#034;78&#034; data-legende-lenx=&#034;xx&#034;
&gt;
&lt;figure class=&#034;spip_doc_inner&#034;&gt; &lt;img src='https://www.prscaatinga.org.br/local/cache-vignettes/L500xH334/esplendor-3-76ed1.jpg?1763430041' width='500' height='334' alt='' /&gt;
&lt;figcaption class='spip_doc_legende'&gt; &lt;div class='spip_doc_descriptif '&gt;A caatinga &#250;mida sequestra at&#233; cinco toneladas de CO2 por hectare-ano
&lt;/div&gt; &lt;div class='spip_doc_credits '&gt;Flickr
&lt;/div&gt;
&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Os resultados ainda mostram que a caatinga apresenta uma elevada efici&#234;ncia de uso do carbono, o que a torna a floresta mais eficiente no uso do carbono do que todos os demais tipos mundialmente estudados at&#233; agora. Tal efici&#234;ncia &#233; em m&#233;dia de 45%. Ou seja, de cada 100 toneladas de CO2 absorvido, ela retem 45 toneladas. A efici&#234;ncia no uso da &#225;gua tamb&#233;m &#233; bastante elevada, variando de 5,2 a 2,7 quilogramas de CO2 fixado por metro c&#250;bico de &#225;gua transpirada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao considerar os quatro principais sistemas de uso do solo &#8211; Caatinga Densa, Caatinga Aberta, Pastagem e Agricultura, com as sete principais classes de solos que cobrem 90% do Bioma Caatinga, se verifica valores expressivos de carbono estocados neste ecossistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#193;reas de Caatinga Densa armazenam, em m&#233;dia, cerca de 125 toneladas de Carbono por hectare. A maior parte deste carbono &#233; armazenada no solo (72%), seguida por biomassa acima do solo (16%), biomassa abaixo do solo (7%), madeira morta (3%), serapilheira (1,5%) e biomassa herb&#225;cea (0,5%). Por sua vez &#225;reas de Caatinga Aberta armazenam 86 toneladas de carbono, quase 30% menos Carbono do que a Caatinga Densa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A substitui&#231;&#227;o da Caatinga Densa por pastagens e agricultura causam perdas de mais de 50% dos estoques de Carbono do ecossistema, atingindo quase 65 toneladas de Carbono por hectare. Estas &#225;reas representam uma elevada oportunidade para sequestrar carbono via processos de reabilita&#231;&#227;o ou atrav&#233;s de desenvolvimento de sistemas produ&#231;&#227;o de base agroecol&#243;gica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sequestrar e armazenar carbono nestas &#225;reas poder&#225; trazer benef&#237;cios ambientais, econ&#244;micos e sociais para os moradores desta regi&#227;o e contribui&#231;&#227;o significativa no esfor&#231;o mundial para mitigar os efeitos das mudan&#231;as clim&#225;ticas. As consequ&#234;ncias no incremento do sequestro de carbono incluem melhoria na fertilidade do solo e aumento da produtividade do solo para a obten&#231;&#227;o de alimentos saud&#225;veis, seguran&#231;a e soberania alimentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, destacamos que, embora existam planos estaduais de combate &#224; desertifica&#231;&#227;o para regi&#227;o, nenhum deles foi, at&#233; o momento, implementado. Por outro lado, as tentativas de recupera&#231;&#227;o de &#225;reas degradadas com programas de reflorestamento e nuclea&#231;&#227;o t&#234;m tido &#234;xito limitado em rela&#231;&#227;o ao n&#250;mero de &#225;rvores plantadas e &#225;reas recuperadas, devido ao escasso ou nulo benef&#237;cio econ&#244;mico proporcionado aos agricultores, revelando a necessidade de desenvolver um Programa de Cr&#233;dito Social de Carbono na regi&#227;o SAB, que possa gerar benef&#237;cios econ&#244;micos, ambientais e sociais, a curto e m&#233;dio prazo, e assim, combater a desertifica&#231;&#227;o e as mudan&#231;as clim&#225;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tal iniciativa deveria ser implementada pelo Minist&#233;rio de Meio Ambiente atrav&#233;s da Secretaria de Combate a Desertifica&#231;&#227;o em articula&#231;&#227;o com o robusto arranjo institucional e movimentos sociais que atuam no Semi&#225;rido brasileiro. O Semi&#225;rido brasileiro hoje abriga mais de 200 institui&#231;&#245;es nas &#225;reas de pesquisa cient&#237;ficas e desenvolvimento tecnol&#243;gicos, no ensino e na extens&#227;o, aptas para desenvolver projetos e atividades na dire&#231;&#227;o de transformar a fisionomia dessa regi&#227;o e oferecer grande contribui&#231;&#227;o ao esfor&#231;o internacional de combate &#224; desertifica&#231;&#227;o e &#224;s mudan&#231;as clim&#225;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por sua vez, &#233; no Semi&#225;rido onde se encontram mais de tr&#234;s mil organiza&#231;&#245;es da sociedade civil: atuantes e afinadas com a luta contra a desertifica&#231;&#227;o, contra o desmatamento. Defensoras e praticantes de atividades econ&#244;micas ambientalmente sustent&#225;veis. Na grande maioria articuladas na ASA &#8211; Articula&#231;&#227;o do Semi&#225;rido. S&#227;o movimentos sociais, ONG's, cooperativas e associa&#231;&#245;es populares fundamentais como sujeitos hist&#243;ricos no processo de transforma&#231;&#245;es socioambientais que essas terras precisam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A articula&#231;&#227;o entre os movimentos populares atuantes na regi&#227;o SAB com esse universo institucional-cient&#237;fico instalado nesse territ&#243;rio ser&#225; fundamental para desenvolver esse extraordin&#225;rio potencial da caatinga no sequestro de CO2, t&#227;o importante para a vida do planeta hoje e no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;i&gt;Reprodu&#231;&#227;o de &lt;a href=&#034;https://www.brasildefato.com.br/2023/03/20/caatinga-o-trunfo-brasileiro-no-combate-as-mudancas-climaticas#.ZBjHj2g0DPY.whatsapp&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;mat&#233;ria publicada no site Brasil de Fato em 20/mar&#231;o/2023&lt;/a&gt;, de autoria de Aldrin M. Perez-Marin, Jos&#233; Jonas Duarte da Costa e John E.B.L. Cunha. Edi&#231;&#227;o de Rodrigo Dur&#227;o Coelho&lt;/i&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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